Segunda a Sexta das 7h e 30min às 18h

(51) 2125-0505
(51) 2125-0505
Av. Cristóvão Colombo, 1691 - Floresta, Porto Alegre - RS
Segunda a Sexta das 7h e 30min às 18h

Para efetuar um pré-agendamento preencha seus dados. Nossos atendentes entrarão em contato.

Blog Mulher&Saúde

“Vacinas contra o coronavírus salvam vidas e a mamografia também" - Dra Letícia Funchal Terres

O blog Mulher e Saúde traz artigo especial da Dra. Letícia Funchal Terres sobre a importância da vacinação contra a Covid-19 e da mamografia para a saúde feminina.

Ginecologista e obstetra, certificada em diagnóstico por imagem de doenças da mama, a médica integra o corpo clínico Radimagem.

Leia e compartilhe, seja você também um elo da Corrente pela Saúde Radimagem.

A abordagem da dra Letícia foi corroborada em Nota Técnica do Colégio Brasileiro de Radiologia.

“Olá, sou a dra. Leticia Funchal Terres, médica ginecologista e obstetra, com certificação em mamografia pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Há treze anos, me dedico exclusivamente ao diagnóstico por imagem das doenças da mama, e faço parte do corpo clínico da Radimagem. Esse recado faz parte da Corrente pela Saúde Radimagem. Há um ano e meio estamos vivenciando a pandemia pelo coronavírus, e muitas informações falsas e desencontradas têm circulado nas redes sociais e nos grupos de whatsapp. As mais recentes têm relação com a vacinação contra o coronavírus e alterações nos exames de imagem da mama. Por isso trago uma mensagem tranquilizadora e incentivadora para as mulheres que estão buscando atendimento para seus exames de rotina.

Nenhuma das vacinas disponíveis aumenta o risco de câncer de mama. Nenhuma delas está relacionada a um pior desfecho nas pacientes que já têm diagnóstico de câncer de mama. O que tem sido observado, com a vacinação em nível mundial, são alterações reacionais inflamatórias nos linfonodos, as ínguas, na axila, no membro superior onde a vacina foi aplicada.
Essas reações já são conhecidas, em outras vacinas de uso rotineiro, e são auto limitadas. Frequentemente assintomáticas, ou pouco sintomáticas, como dor e aumento de volume local na axila.
Não há nenhum motivo, então, para deixar de realizar nem o exame, nem a vacina. As pacientes que, por ventura, tomem a vacina e logo após, façam seus exames de rotina, e apresentem alteração, são orientadas a repetirem esse exame em quatro a doze semanas, para que se possa observar uma resolução espontânea das alterações axilares.
Então não deixem de se vacinarem e não deixem de realizar suas mamografias. Vacinas salvam vidas, e a mamografia também”.


Voltar

Buscar

Histórico